A minha família é bem grande e éramos muito pobres, o que poderia implicar, como disseram, no empréstimo de roupas e sapatos. Mas nunca tivemos o hábito de emprestar nada. E ai de quem pegasse sem avisar
Eu não gosto de emprestar livros, porque geralmente eles não voltam. Mas empresto os que não gostei tanto, e entrego para Deus. Se não voltarem, tudo bem. O mesmo com DVDs.
Mas, sinceramente, hoje não me incomoda muito nada disso. A única coisa que não gosto que relem a mão é meu carro. Nem manobrista.
Entendo o ponto de vista do "altruísmo",
Lua. E isso eu pratico de outras maneiras: contribuindo com um abrigo de idosos há anos; ajudando pessoas a comprar coisas que necessitam (já paguei máquina de lavar para um copeira da empresa); dando presentes para quem eu gosto, sem pensar muito em preço (normalmente meus presentes são caros), e mesmo sem data especial - exemplo: a recepcionista da empresa foi promovida a secretária e eu vou dar para ela um terninho de secretária

pela promoção. E nem é uma pessoa que seja minha amiga. Mas acho que será divertido vê-la contente.
Agora, emprestar...não mesmo. Outro dia uma colega do trabalho pediu emprestada uma rosa de crochê que eu uso de broche. É linda, todo mundo elogia. Disse ela que ia levar para a avó copiar. Eu já fiquei imaginando a minha linda rosa toda desmanchada. Disse um "nem pensar" sem remorso. Mas não pensei duas vezes: comprei uma igual para ela e dei de presente.
Sei lá, entre emprestar e dar de presente, fico com a segunda opção.